O mercado é raivoso demais e não tolera subterfúgio.


Se não, a cobrança da fatura será alta demais para suportá-lo! Na linha do tempo ha cerca de 10 anos precisamente em 2008, o terremoto corporativo que abalou o mundo dos negócios corporativo no mercado americano nos EUA, em função ao advento à crise do subprime, que arrastou-se dezenas empresas e instituições financeiras a falência, foi capaz de mostrar mais uma vez a máxima do aprendizado. “A história não ensina ninguém apenas castiga quem não aprende a lição”.


A organização a BRF, é grande demais para existir, ou é grande demais para quebrar ! Ou sofrer depreciação em valor econômico de precificação a valor ao sabor do mercado!


De fato, em fato relevante, deu-se, a origem ao magnífico Fato Relevante que vem sendo alvo de exposição a marca e a imagem reputacional da organização BRF, uma marca que sempre apresentava-se em nível de respeitabilidade perante o mercado global e os investidores internacionais e demais stakeholders.


O mercado fica atônico diante da relevância dada a natureza do fato relevante, chega -se a, ser, capaz de acender a luz amarela sobre outras organizações do segmento ou não, e, sim outros setores do mercado. O quê, se vê e, o que tentamos ver, é, a que ponto podemos ter a certeza absoluta à essência da : ( confiança) nas demais organizações, que não sabemos, se estão, também, a caminho do calvário e a crucificação diante de um mercado raivoso e sensível a destruição de valor econômico - riqueza real.


O cenário econômico no mundo dos negócios corporativo é e, sempre foi, cenário de risco, por mais que sejam monitorados sempre haverá um pequena fenda ou uma fração de “oportunidade” ao risco, ou seja: o Cisne branco, se apresentando-se de Cisne negro, os quais circulam -se no seio do ambiente corporativo, pelos corrimãos ou vias subterrâneas na iminência de causar grande impacto de destruição de valor econômico: parcial, total ou ainda impacto maior de nível quântico capaz de eliminar do mercado.( A lógica do risco - Cisne Negro , autor Nassim Nicholas Taleb).


Diante da exposição é perfeitamente visível e lógico, em afirmar-se que nesse episódio BRF, o processo e procedimento de protocolo de segurança na cadeia estava ou está literalmente quebrado : do operacional , executivo ao estratégico, de ponta a ponta do chão de fábrica estendido também ao nível da Direção Geral - a Alto Conselho de Administração. Estavam lá pra que? Qual era a pauta principal ? Quais foram às medidas em decisões concretas tomadas em tempo real de corrigir o devio padrão de intervalo de confiança, enquanto havia tempo suficiente para decolar da cena do risco de incerteza; Apesar de que medidas de: urgente e importante são grandezas diferentes:


“Desenvolvido por Dwight Eisenhower, um general condecorado do Exército dos Estados Unidos, o Comandante Supremo das Forças Aliadas na Europa na Segunda Guerra Mundial, presidente da Universidade Columbia, ah, e o presidente durante dois mandatos dos Estados Unidos, esse quadro simples divide as tarefas em categorias básicas:

  • No canto de cima esquerdo (Importante e Urgente), você pode colocar coisas como crises, prazos finais e problemas.

  • O canto de cima direto (Importante e Não urgente) consiste em coisas como relacionamentos, projetos de longo prazo e lazer.

  • O canto esquerdo embaixo (Não Importante e Urgente) talvez consista em interrupções, reuniões e atividades.

  • O canto direito embaixo (Não Importante e Não Urgente) talvez consista em perdas de tempo, atividades agradáveis e outras tarefas triviais.”

Uma organização gigantesca, porém, uma anã na Gestão e Controle na Governança Corporativa e Compliance. Numa analogia cartesiana! Então, a Rainha Elizabeth do Reino Unido disse, “ninguém foi capaz de prever isto?”. Referendo-se à crise de 2008 no EUA. Nesse caso ou o episódio da BRF, cabe perfeitamente fazer uso das palavras da Rainha Elizabeth.

O Conselho da alta Administração da BRF, estavam reunidos aonde ? qual era a pauta das reuniões : mensal, trimestral, semestral ou anual? “Ninguém foi capaz de previr isto”. O cenário que estava sendo desenhado no ambiente corporativo da BRF, com 50 tons de de cinzas perante os agentes do mercado e os stakeholders.


Carlos Lima Lôbo

Economista, consultor em Planejamento empresarial.

Cuiaba MT.

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