Até o consenso foi um parto

12 horas na assembleia da BRF



ITAJAÍ, Santa Catarina — O que era para ter sido uma assembleia de acionistas pacata — selando o final das graves tensões na cúpula da BRF — acabou sendo um jogo de paciência que se arrastou por quase 12 horas, com direito a toques de chanchada, surpresinha de última hora da CVM, advogado atrapalhado, desconfianças entre aliados e união entre rivais.

No happy end, Francisco Petros, o conselheiro da Petros e desafeto de Abilio, acabaria voltando para São Paulo no jatinho do empresário. (Seria o início de uma bela amizade?)

Às 10 horas da manhã do último dia 26, uma hora antes do início da assembleia, o clima era de tranquilidade na sede oficial da BRF, um edifício de cinco andares à beira do rio Itajaí-Açu, nesta cidade ensolarada de 200 mil habitantes.

Depois de uma guerra pública entre Petros e Previ, de um lado, e a dupla Abilio (e seu family office, a Península) e a gestora Tarpon, de outro, dias antes havia se chegado a uma chapa de consenso, encabeçada pelo CEO da Petrobras Pedro Parente, para o conselho de administração da dona das marcas Sadia e Perdigão.

A família Furlan, fundadora da Sadia, foi a primeira a chegar. A tropa era composta pelo ex-ministro Luiz Fernando Furlan, que fazia parte tanto do conselho a ser destituído quanto daquele a ser eleito; seu inseparável assessor Fernando Monteiro, um ex-diretor da Sadia que hoje comanda a Fundação Attilio Fontana; seu filho Luiz Gotardo Furlan; e sua irmã Diva.


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